segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
A vitória com a ausência de Fred
A ausência de Fred gera um sintoma interessante a ser analisado. A sensível diferença de características entre Alan e Fred gera um esvaziamento da grande área quando da criação das jogadas de ataque tricolor. Isso ocorre porque Alan tem capacidade técnica e mobilidade para jogar pelos lados do campo.
Decorrente desta característica de Alan, Maicon acaba recuando até o setor de meio campo para participar mais do jogo, deixando de usar a sua principal característica que é a velocidade e agravando este esvaziamento da grande área.
Com Conca e Mariano percebendo a necessidade em ocupar a área de ataque em função dos espaços que apareciam. Somadas as presenças de Maicon, Alan, Julio César e como Cuca gosta, a presença de um dos zagueiros trazendo a bola pelo lado do campo para o ataque. Neste jogo o Fluminense ficou sem a presença efetiva e importante de Diguinho e Everton na articulação do meio campo, pois estes dois jogadores foram mais defensivos em função da dinâmica e da característica da partida.
No decorrer do jogo, Cuca promoveu a entrada de Kieza no lugar de Maicon, que não estava bem, e de Marquinho, que substituindo Julio César, ocupou mais a faixa central do campo, dividindo a articulação das jogadas com Conca e permitindo que o Fluminense voltasse a controlar a partida. Ficando como alternativa para o Volta redonda apenas a opção de defender-se e tentar quando possível o contra ataque.
O Fluminense venceu com um gol aos seis minutos em um chute indefensável do zagueiro Leandro Euzébio. Vitória pelo placar mínimo, mas não menos importante que os pontos conquistados nos jogos anteriores.
É natural o time sentir a ausência do seu artilheiro quando este estiver fora de determinado jogo, porém deve-se tomar o cuidado para que o time não fique dependente.
Decorrente desta característica de Alan, Maicon acaba recuando até o setor de meio campo para participar mais do jogo, deixando de usar a sua principal característica que é a velocidade e agravando este esvaziamento da grande área.
Com Conca e Mariano percebendo a necessidade em ocupar a área de ataque em função dos espaços que apareciam. Somadas as presenças de Maicon, Alan, Julio César e como Cuca gosta, a presença de um dos zagueiros trazendo a bola pelo lado do campo para o ataque. Neste jogo o Fluminense ficou sem a presença efetiva e importante de Diguinho e Everton na articulação do meio campo, pois estes dois jogadores foram mais defensivos em função da dinâmica e da característica da partida.
No decorrer do jogo, Cuca promoveu a entrada de Kieza no lugar de Maicon, que não estava bem, e de Marquinho, que substituindo Julio César, ocupou mais a faixa central do campo, dividindo a articulação das jogadas com Conca e permitindo que o Fluminense voltasse a controlar a partida. Ficando como alternativa para o Volta redonda apenas a opção de defender-se e tentar quando possível o contra ataque.
O Fluminense venceu com um gol aos seis minutos em um chute indefensável do zagueiro Leandro Euzébio. Vitória pelo placar mínimo, mas não menos importante que os pontos conquistados nos jogos anteriores.
É natural o time sentir a ausência do seu artilheiro quando este estiver fora de determinado jogo, porém deve-se tomar o cuidado para que o time não fique dependente.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Jogou para vencer
O Fluminense aplicou três no Bangu no Maracanã jogando o suficiente para vencer um adversário que me pareceu ter sentido muito o dia de calor insuportável. Calor que deixa o jogo lento, cadenciado e que nos deixa a sensação de fragilidade do adversário.
Fred, duas vezes de pênalti, com sua já tradicional paradinha, depois de troca de passe e infiltração perto da área e Alan depois de jogada individual. Mais uma vez o setor de meio campo foi responsável pela construção das ações ofensivas do time. Conca, Diguinho e, principalmente, Everton levaram o Fluminense à frente sem deixar de ter o cuidado defensivo para não oferecer campo as suas costas para o adversário usar o contra-ataque como arma.
Sobre o comando do Cuca, o Fluminense tem levado à campo um time equilibrado, que tem conseguido distribuir suas jogadas pelos dois lados do campo não se tornando um time previsível de fácil marcação.
Os jogos de começo de temporada são importantes para mostrar quanto à equipe poderá evoluir, mas os clássicos que viram a seguir vão determinar realmente o que o time tem guardado para a temporada.
Faço um parênteses para falar do Maicon. Atacante com grande talento, poré com uma grave limitação no principal fundamento para um atacante, a finalização. Mais importante que o incentivo da comissão técnica e trabalhar este fundamento é preciso a conscientização do atleta em reconhecer um deficiência e desejar melhorar.
Fred, duas vezes de pênalti, com sua já tradicional paradinha, depois de troca de passe e infiltração perto da área e Alan depois de jogada individual. Mais uma vez o setor de meio campo foi responsável pela construção das ações ofensivas do time. Conca, Diguinho e, principalmente, Everton levaram o Fluminense à frente sem deixar de ter o cuidado defensivo para não oferecer campo as suas costas para o adversário usar o contra-ataque como arma.
Sobre o comando do Cuca, o Fluminense tem levado à campo um time equilibrado, que tem conseguido distribuir suas jogadas pelos dois lados do campo não se tornando um time previsível de fácil marcação.
Os jogos de começo de temporada são importantes para mostrar quanto à equipe poderá evoluir, mas os clássicos que viram a seguir vão determinar realmente o que o time tem guardado para a temporada.
Faço um parênteses para falar do Maicon. Atacante com grande talento, poré com uma grave limitação no principal fundamento para um atacante, a finalização. Mais importante que o incentivo da comissão técnica e trabalhar este fundamento é preciso a conscientização do atleta em reconhecer um deficiência e desejar melhorar.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Começo animador
O Fluminense começou bem o Campeonato Carioca vencendo o americano. O técnico cuca preferiu na escalação do time colocar em campo um zagueiro a mais e empurrar seus laterais para jogar como alas, pois isto lhe daria uma maior segurança defensiva e proporcionaria uma maior liberdade e autonomia para os jogadores de seu meio de campo.
Tanto Diguinho quanto Everton tem capacidade de articulação. Com esta variável observamos uma alternância no deslocamento destes jogadores no momento de fazer a ligação com o ataque. Movimentação que ditou o ritmo do jogo que determinaram a vantagem do Tricolor dentro da partida.
Jogando com três zagueiros ao invés de dois, o time perde um jogador de articulação na faixa central do campo, se fazendo necessária a presença constante dos laterais agora transformados em alas para encaixar o e equilibrar o setor. Com cinco jogadores dentro do campo de ataque se torna mais fácil aproximação e troca de passes..Foi possível ver isso no jogo de ontem.
No ataque, pela presença constante dos alas ocupando com profundidade os lados do campo, o esquema 3-5-2 permite que os atacantes estejam envolvidos com as ações dentro da área, sem a necessidade de seu deslocamento para os lados do campo para dar opção de jogada.
Gosto de ver em que circunstâncias acontecem os gols e as principais jogadas ofensivas dos times, pois temos neste momento a possibilidade de avaliar a construção dos mecanismos de ataque oferecida pelo técnico através dos treinamentos diário.
O Fluminense venceu bem. A atuação destacada demonstrou que o Cuca esta em sintonia com as necessidades do seu time. O que pode parecer dúvida no momento da escolha do esquema a ser adotado é na verdade um grande controle e segurança para escolher a tática mais adequado para cada adversário, mostrando ter o time em suas mãos.
Acesse meu site: www.roger6.com.br
Tanto Diguinho quanto Everton tem capacidade de articulação. Com esta variável observamos uma alternância no deslocamento destes jogadores no momento de fazer a ligação com o ataque. Movimentação que ditou o ritmo do jogo que determinaram a vantagem do Tricolor dentro da partida.
Jogando com três zagueiros ao invés de dois, o time perde um jogador de articulação na faixa central do campo, se fazendo necessária a presença constante dos laterais agora transformados em alas para encaixar o e equilibrar o setor. Com cinco jogadores dentro do campo de ataque se torna mais fácil aproximação e troca de passes..Foi possível ver isso no jogo de ontem.
No ataque, pela presença constante dos alas ocupando com profundidade os lados do campo, o esquema 3-5-2 permite que os atacantes estejam envolvidos com as ações dentro da área, sem a necessidade de seu deslocamento para os lados do campo para dar opção de jogada.
Gosto de ver em que circunstâncias acontecem os gols e as principais jogadas ofensivas dos times, pois temos neste momento a possibilidade de avaliar a construção dos mecanismos de ataque oferecida pelo técnico através dos treinamentos diário.
O Fluminense venceu bem. A atuação destacada demonstrou que o Cuca esta em sintonia com as necessidades do seu time. O que pode parecer dúvida no momento da escolha do esquema a ser adotado é na verdade um grande controle e segurança para escolher a tática mais adequado para cada adversário, mostrando ter o time em suas mãos.
Acesse meu site: www.roger6.com.br
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Um alerta com o mercado
Ultimamente ao acessar as noticias do futebol pelo Brasil a fora, percebo o esforço dos times grandes em contratar jogadores repatriados do exterior, com larga experiência internacional e com salários vultosos. Time grande que planeja ser campeão tem pelo menos um ou dois jogadores diferenciados que ganham seus salários compatíveis com o mercado europeu.
O que vejo com preocupação não é apenas o fato dos clubes estarem pagando além das suas possibilidades, pois acredito que ainda há muito espaço para grandes empresas que ainda não usam o esporte como mecanismo para promoção da sua marca. Muitas estão percebendo no futebol um ótimo campo.
Minha preocupação se volta para um momento semelhante a este que estamos vivendo que aconteceu em um passado recente, momento em que grandes bancos, grupos multinacionais e empresas de marketing esportivo inflacionaram o futebol ao repatriarem jogadores da seleção nacional que estavam jogando há muito no exterior.
Durante um período o futebol brasileiro se beneficiou deste investimento e tivemos a oportunidade de ver nos campos pelo Brasil nossos craques jogando novamente. Porém o retorno destes jogadores consagrados fez com que a média salarial dentro do país se elevasse consideravelmente, iniciando um processo de aumento preocupante e progressivo da folha salarial dos clubes.
Quando estas empresas deixarem de investir no esporte porque simplesmente alcançaram seu objetivo expondo sua marca para mercado ou falirem como foi o caso das empresas de marketing, os clubes ficarão órfãos destes recursos e com contratos milionários para honrar.
Minha reflexão e temor é que estejamos dentro deste processo novamente e que tenhamos iniciado uma nova e perigosa fase de uma bolha salarial dentro do futebol e que chegará um momento pela necessidade de investimento e pela concorrência do mercado, que seja muito mais caro investir para fazer um time competitivo.
É importante que os clubes e suas áreas de marketing estejam sempre promovendo ações para aumento de suas receitas e que estejam em busca de investidores, parceiros em potencial, que desejem investir na instituição. Isto porque o mercado vai saturar e quando este momento acontecer os clubes vão precisar estar preparados para lidar com um cenário adverso e inflacionado pelos altos salários, sem correr o risco de ficar com uma conta muito grande para pagar.
O que vejo com preocupação não é apenas o fato dos clubes estarem pagando além das suas possibilidades, pois acredito que ainda há muito espaço para grandes empresas que ainda não usam o esporte como mecanismo para promoção da sua marca. Muitas estão percebendo no futebol um ótimo campo.
Minha preocupação se volta para um momento semelhante a este que estamos vivendo que aconteceu em um passado recente, momento em que grandes bancos, grupos multinacionais e empresas de marketing esportivo inflacionaram o futebol ao repatriarem jogadores da seleção nacional que estavam jogando há muito no exterior.
Durante um período o futebol brasileiro se beneficiou deste investimento e tivemos a oportunidade de ver nos campos pelo Brasil nossos craques jogando novamente. Porém o retorno destes jogadores consagrados fez com que a média salarial dentro do país se elevasse consideravelmente, iniciando um processo de aumento preocupante e progressivo da folha salarial dos clubes.
Quando estas empresas deixarem de investir no esporte porque simplesmente alcançaram seu objetivo expondo sua marca para mercado ou falirem como foi o caso das empresas de marketing, os clubes ficarão órfãos destes recursos e com contratos milionários para honrar.
Minha reflexão e temor é que estejamos dentro deste processo novamente e que tenhamos iniciado uma nova e perigosa fase de uma bolha salarial dentro do futebol e que chegará um momento pela necessidade de investimento e pela concorrência do mercado, que seja muito mais caro investir para fazer um time competitivo.
É importante que os clubes e suas áreas de marketing estejam sempre promovendo ações para aumento de suas receitas e que estejam em busca de investidores, parceiros em potencial, que desejem investir na instituição. Isto porque o mercado vai saturar e quando este momento acontecer os clubes vão precisar estar preparados para lidar com um cenário adverso e inflacionado pelos altos salários, sem correr o risco de ficar com uma conta muito grande para pagar.
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