terça-feira, 26 de outubro de 2010
Uma nova carta. Agora de amor e respeito
Quando sai do Fluminense em 2008 escrevi uma carta que não foi de despedida, mas de até breve. Esta possibilidade retornou agora, mas preciso explicar por que ainda não se concretizará.
Há algum tempo, depois de sair do Fluminense, mantive a amizade com muita gente da minha época e amigos que vieram depois. Mesmo em Porto Alegre, à distância, via e ainda vejo o carinho das pessoas por mim. Quando vou ao Rio, me emociono sempre. E esta relação não vai acabar, pode ter certeza.
Comecei a estudar e muito me abracei com a ideia de me tornar um treinador brasileiro de destaque. Costumo brincar com meus amigos que quero ser o primeiro treinador negro da Seleção. Neste meio tempo, no entanto, tenho recebido convites para trabalhar. E um deles foi de uma figura adorável, o candidato à presidência do Fluminense, Peter Siemsen. Jovem, empreendedor, capaz e, acima de tudo, cercado de pessoas competentes, como o amigo Mário Bittencourt.
Ambos me fizeram o convite sim, caso a eleição fosse ganha, para que coordenasse o futebol amador do clube a partir de 2011. Que honra, que alegria. Um presente de Natal. Me preparei, continuo estudando, só que preciso ser honesto com quem sempre foi comigo.
Não posso aceitar agora este trabalho. Apesar de ser uma lembrança que me envaidece, não posso deixar a minha terra neste instante. Preciso encaminhar minhas coisas particulares, organizar minha vida, minha família, meus estudos e, principalmente, minha cabeça. Estive com Peter e não podia ouvir outra coisa dele quanto a que ouvi: "Se eleito, conto com você em algum momento".
Que bom saber que tenho este carinho e confiança das pessoas. Eu precisava dar esta satisfação à torcida tricolor, que chegou a ler notícias de que estaria no Fluminense em 2011 caso Peter vencesse. Era verdade, mas ainda não será agora. Eu não sou muito de cartas, mas para estes que tanto me querem, como um namorado para uma namorada, fica aqui a minha carta, que mistura como cartas de namorados, amor e respeito. Em breve estaremos juntos.
Saudações tricolores!
Há algum tempo, depois de sair do Fluminense, mantive a amizade com muita gente da minha época e amigos que vieram depois. Mesmo em Porto Alegre, à distância, via e ainda vejo o carinho das pessoas por mim. Quando vou ao Rio, me emociono sempre. E esta relação não vai acabar, pode ter certeza.
Comecei a estudar e muito me abracei com a ideia de me tornar um treinador brasileiro de destaque. Costumo brincar com meus amigos que quero ser o primeiro treinador negro da Seleção. Neste meio tempo, no entanto, tenho recebido convites para trabalhar. E um deles foi de uma figura adorável, o candidato à presidência do Fluminense, Peter Siemsen. Jovem, empreendedor, capaz e, acima de tudo, cercado de pessoas competentes, como o amigo Mário Bittencourt.
Ambos me fizeram o convite sim, caso a eleição fosse ganha, para que coordenasse o futebol amador do clube a partir de 2011. Que honra, que alegria. Um presente de Natal. Me preparei, continuo estudando, só que preciso ser honesto com quem sempre foi comigo.
Não posso aceitar agora este trabalho. Apesar de ser uma lembrança que me envaidece, não posso deixar a minha terra neste instante. Preciso encaminhar minhas coisas particulares, organizar minha vida, minha família, meus estudos e, principalmente, minha cabeça. Estive com Peter e não podia ouvir outra coisa dele quanto a que ouvi: "Se eleito, conto com você em algum momento".
Que bom saber que tenho este carinho e confiança das pessoas. Eu precisava dar esta satisfação à torcida tricolor, que chegou a ler notícias de que estaria no Fluminense em 2011 caso Peter vencesse. Era verdade, mas ainda não será agora. Eu não sou muito de cartas, mas para estes que tanto me querem, como um namorado para uma namorada, fica aqui a minha carta, que mistura como cartas de namorados, amor e respeito. Em breve estaremos juntos.
Saudações tricolores!
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Chance perdida
Perder em casa nunca é bom. Porém, essa derrota para o Santos, jogando no Engenhão, tem um peso menor do que os dois pontos deixados, por exemplo, fora de casa para o Grêmio Prudente.
Quando começa o Campeonato Brasileiro, os times fazem uma projeção dos pontos a conquistar baseando-se nos objetivos a alcançar na competição. Leva-se em conta o momento e o peso do adversário.
Exemplo disto foi a vitória sobre o Avaí em Florianópolis no primeiro turno, tirando uma invencibilidade de 25 jogos do time jogando em casa. O momento do adversário era muito bom e, por isso, foi considerado um grande resultado, diferente do atual momento da equipe catarinense.
Santos e Fluminense é clássico e neste caso jogar no Engenhão ou na Vila Belmiro tem pesos iguais. Tanto é verdade que o time santista apenas devolveu a derrota sofrida dentro de casa.
O Peixe não é adversário direto ao título, mas também não vai enfrentar nenhum dos times que brigam com o Tricolor. Por outro lado, o Grêmio Prudente encaraa na rodada 32 o Cruzeiro e na última rodada o internacional. Por isso, empatar com o Prudente, do ponto de vista dos números, foi pior para o Flu.
Mais do que o resultado, a forma e o placar da derrota é que devem ser analisados. Depois de um primeiro tempo ruim, Muricy mexeu no time para ajustar a equipe de acordo com as necessidades da partida. O Fluminense melhorou, mas em falhas de posicionamento o Santos abriu dois gols de vantagem.
Líder da competição, podendo com a vitória aumentar a diferença para o Corinthians, queria ter visto, pelo menos, depois do segundo gol do santos o time com um zagueiro a menos em campo e um jogador de meio a mais, para chegar mais rápido e com melhor qualidade ao ataque, pois o santos conseguia se recompor com mais velocidade do que o Fluminense levava a bola para o campo de ataque.
Quando começa o Campeonato Brasileiro, os times fazem uma projeção dos pontos a conquistar baseando-se nos objetivos a alcançar na competição. Leva-se em conta o momento e o peso do adversário.
Exemplo disto foi a vitória sobre o Avaí em Florianópolis no primeiro turno, tirando uma invencibilidade de 25 jogos do time jogando em casa. O momento do adversário era muito bom e, por isso, foi considerado um grande resultado, diferente do atual momento da equipe catarinense.
Santos e Fluminense é clássico e neste caso jogar no Engenhão ou na Vila Belmiro tem pesos iguais. Tanto é verdade que o time santista apenas devolveu a derrota sofrida dentro de casa.
O Peixe não é adversário direto ao título, mas também não vai enfrentar nenhum dos times que brigam com o Tricolor. Por outro lado, o Grêmio Prudente encaraa na rodada 32 o Cruzeiro e na última rodada o internacional. Por isso, empatar com o Prudente, do ponto de vista dos números, foi pior para o Flu.
Mais do que o resultado, a forma e o placar da derrota é que devem ser analisados. Depois de um primeiro tempo ruim, Muricy mexeu no time para ajustar a equipe de acordo com as necessidades da partida. O Fluminense melhorou, mas em falhas de posicionamento o Santos abriu dois gols de vantagem.
Líder da competição, podendo com a vitória aumentar a diferença para o Corinthians, queria ter visto, pelo menos, depois do segundo gol do santos o time com um zagueiro a menos em campo e um jogador de meio a mais, para chegar mais rápido e com melhor qualidade ao ataque, pois o santos conseguia se recompor com mais velocidade do que o Fluminense levava a bola para o campo de ataque.
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