sexta-feira, 23 de abril de 2010
Nocaute em três assaltos
O Fluminense precisou apenas de vinte e um minutos para garantir a vaga para as quartas de final da copa do Brasil. Nocauteou a Portuguesa logo de início, sem dar-lhe chance de saber de onde vinham os golpes, três gols do Fred, que vem mantendo uma media excepcional desde que chegou ao clube e que deixam sua marca registrada, de grande finalizador e oportunista dentro da área.
Depois da vitoria em São Paulo e do placar elástico logo no inicio ouve um desinteresse negligente por parte dos jogadores. Era natural que com o resultado a seu favor e a grande vantagem conquistada, o time se tranqüilizasse , mas daí a perder o foco e permitir a reação da portuguesa é outra questão.
O jogo deixa poucos elementos para poder fazer uma analise mais profunda, pois foi jogado com total concentração apenas 1/4 dela. Entretanto, penso baseado em outros jogos que tenho visto. O Fluminense tem um time qualificado, porém se faz necessário alguns ajustes para torná-lo mais competitivo e, com isso, difícil de ser batido.
Existem alguns erros que se repetem e que denotam um vício de posicionamento em determinadas ocasiões. Chama-me a atenção o time iniciar a sua marcação muito perto da área, postura que leva o adversário para as proximidades do gol. Esse comportamento é o mesmo que o boxeador ir procurar abrigo nas cordas do ringue pra defender-se do adversário, inevitavelmente sem ter para onde ir. Sendo pressionado, uma hora irá sucumbir.
E quando isso acontece dá chance ao adversário, pois uma falta cometida perto da área, oferece grande oportunidade para o time que tem bons batedores , ou quando já dentro dela a bola desviar no zagueiro e parar na marca do pênalti, vai dar ao atacante a chance de fuzilar o goleiro,como no segundo gol. Com tanta gente à sua frente fica muito mais difícil a vida deste, pois além de não enxergar o momento que a bola partiu dos pés do atacante,ele ainda tem que esperar ate o ultimo momento para ver se a bola não vai desviar em ninguém.
O caminho para arrumar estes detalhes passa por muito treinamento tático, pois não é fácil sincronizar estes movimentos e fazer o time jogar mais adiantado, sem oferecer campo às costas da zaga para o adversário. Mas passa também por uma postura de marcação mais incisiva, agressiva no momento da briga pela retomada da bola,em que todos participem do sistema de marcação e não fique apenas sobre a tutela dos zagueiros e volantes a responsabilidade de retomá-la.
Depois da vitoria em São Paulo e do placar elástico logo no inicio ouve um desinteresse negligente por parte dos jogadores. Era natural que com o resultado a seu favor e a grande vantagem conquistada, o time se tranqüilizasse , mas daí a perder o foco e permitir a reação da portuguesa é outra questão.
O jogo deixa poucos elementos para poder fazer uma analise mais profunda, pois foi jogado com total concentração apenas 1/4 dela. Entretanto, penso baseado em outros jogos que tenho visto. O Fluminense tem um time qualificado, porém se faz necessário alguns ajustes para torná-lo mais competitivo e, com isso, difícil de ser batido.
Existem alguns erros que se repetem e que denotam um vício de posicionamento em determinadas ocasiões. Chama-me a atenção o time iniciar a sua marcação muito perto da área, postura que leva o adversário para as proximidades do gol. Esse comportamento é o mesmo que o boxeador ir procurar abrigo nas cordas do ringue pra defender-se do adversário, inevitavelmente sem ter para onde ir. Sendo pressionado, uma hora irá sucumbir.
E quando isso acontece dá chance ao adversário, pois uma falta cometida perto da área, oferece grande oportunidade para o time que tem bons batedores , ou quando já dentro dela a bola desviar no zagueiro e parar na marca do pênalti, vai dar ao atacante a chance de fuzilar o goleiro,como no segundo gol. Com tanta gente à sua frente fica muito mais difícil a vida deste, pois além de não enxergar o momento que a bola partiu dos pés do atacante,ele ainda tem que esperar ate o ultimo momento para ver se a bola não vai desviar em ninguém.
O caminho para arrumar estes detalhes passa por muito treinamento tático, pois não é fácil sincronizar estes movimentos e fazer o time jogar mais adiantado, sem oferecer campo às costas da zaga para o adversário. Mas passa também por uma postura de marcação mais incisiva, agressiva no momento da briga pela retomada da bola,em que todos participem do sistema de marcação e não fique apenas sobre a tutela dos zagueiros e volantes a responsabilidade de retomá-la.
Comentários:
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Parabéns pelo comentário preciso, concordo que o time precisa evoluir para conseguir alçar voôs mais longos. Me parece que o time tem dificuldade de marcar o adversário quando é atacado, não fica compacto em sua intermediária, para diminuir os espaços, roubar a bola e puxar o contra ataque.É evidente que o time não consegue exercer uma pressão no adversário durante os noventa minutos, então é necessária uma variação tática, talvez um 4-4-2 no segundo tempo com a entrada do Diogo,para povoar mais nossa intermediária e assim conseguir evitar que o adversário fique perto da nossa área.
sds
Tricolores
Vladimir da Costa
sds
Tricolores
Vladimir da Costa
Talvez até explique a dificuldade que nosso goleiro vem tendo em defesas aparentemente faceis...com tanta gente chegando e ameaçando é dificil se posicionar corretamente.
Douglas
Douglas
Volta Time de Guerreiros!!! Corram o jogo todo...Ronaldo Torres, coloca essa molecada pra correr!!
ST
ST
Belíssimo post.
Concordo em genero, número e grau.
O nosso jogador da sobra(geralmente o Cássio), joga perto demais da área, e com isso ele recua o time todo...
Quem tem que começar a marcação é o alan, fazendo um abafa com o conca...
Concordo em genero, número e grau.
O nosso jogador da sobra(geralmente o Cássio), joga perto demais da área, e com isso ele recua o time todo...
Quem tem que começar a marcação é o alan, fazendo um abafa com o conca...
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