segunda-feira, 12 de abril de 2010

Um jogo, dois estilos

Duas estratégias de jogo, dois estilos foram levadas a campo no clássico. A primeira, de um time técnico, baseada na posse de bola, na troca de passes, deslocamento em velocidade. Que na figura dos seus jogadores de meio campo, caracterizam um time que tem alternativas e possíveis variações de jogadas para diversas situações durante a partida.

E a segunda, de um time forte, centralizada na figura de um centroavante alto, que na bola parada, adianta seu time para dentro do campo adversário, brigando pela primeira bola no alto, e dando início a suas jogadas de ataque.

O Botafogo errou em permitir que o Fluminense entrasse no seu campo com a bola dominada, sem que rapidamente encurtasse a marcação no homem da bola. Erros que permitiram que nos dois gols do tricolor Diguinho tivesse tempo suficiente de levantar a cabeça e oferecer o passe para seus companheiros dentro da área.

E o Fluminense, erro fatal em levar sua defesa demais para dentro da área na principal jogada de ataque do adversário, a bola parada. Foi desta forma que anotou os dois gols, o primeiro de uma falta lateral e uma tentativa mal sucedida de linha de impedimento, e o segundo em uma falta na intermediária, onde seus defensores estavam na marca do pênalti.

Dois erros para cada lado, um equívoco da arbitragem e um futebol pouco técnico porém com uma estratégia eficiente deram números finais ao clássico, com a vitória do Botafogo.

Entretanto para ter uma temporada com conquistas seus treinadores têm que ter em mente que “Não basta apenas lutar pela arte de jogar, como fez o Fluminense e não venceu, como também não basta apenas lutar pela arte de ganhar, como o futebol praticado pelo vitorioso Botafogo, é preciso lutar e jogar.”

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Comentários:
Exatamente o que vi. Acrescento somente a distinção entre o futebol jogado atualmente pelo Flu e aquele dos jogos contra o Universidad e o Cerro, pela Sulamericana. Acho que faltou mais movimentação e disposição de alguns jogadores.
 
Caro Roger, ídolo tricolor, quantas saudades! Quantas saudades daquele Fluminense de 2007 que, por mais que não fosse um time acima da média, compensava isso com sua raça em campo. Além do mais, o time era bem equilibrado, e os jovens e os experientes faziam muito bem suas funções. Lógico que não éramos um exemplo tático a ser seguido, mas o tricolor mostrava algo que desde o ano passado não vejo no time do Fluminense: raça e vigor. Não quero dizer que os jogadores não estão correndo, pelo contrário... Mas o que faz diferença tá faltando, sente-se que o time do Fluminense precisa entrar vibrando, tilintando em campo! Falta garra, faltam os guerreiros! Espero ser testemunha de mais uma recuperação histórica, que resulte em TITULO e não mais em permanência na Série A! Roger, muito obrigada por ter proporcionado a maior glória que eu, torcedora do Fluminense vi em 17 anos! Espero que você participe do Fluminense com alguma função, pois só você conhece nossa torcida e sabe como exemplo de profissional se mostra em campo. ST!
 
Concordo com tudo que foi dito, grande guerreiro!!
Parabéns pelo post!
 

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