quinta-feira, 3 de junho de 2010

Festa da torcida

Festa da torcida nas arquibancadas e jogo difícil dentro de campo marcaram a partida em que o Fluminense venceu o Vitória no maracanã, assumindo a terceira colocação na tabela. No quarto jogo podendo escalar o mesmo time e com um gol ao final anotado por Alan, o time comandado por Muricy vai adquirindo a cada jogo entrosamento maior.

Otimismo gerado por esta evolução, que faz o torcedor e os jogadores a pensar até mesmo em chegar antes da interrupção para a Copa do Mundo em primeiro lugar no Campeonato Brasileiro.

Foi um jogo realmente difícil. Mesmo com seis desfalques o Vitória, que é o finalista da Copa do Brasil, não foi ao Rio de janeiro para passear. Levando um time muito bem arrumado e entrosado em campo, que embora tenha tido na sua formação inicial deste jogo atletas que não vinham jogando como titulares, esteve muito interessado na partida.

O Fluminense teve mais volume de jogo e a posse de bola em seus pés do que o time do Vitória. Porém, no momento que sofria o contra ataque demorava demais para recompor-se, oferecendo ao adversário as costas de seus laterais para atacar com velocidade. Eles, os laterais têm sido e devem continuar a serem peças importantes no suporte às jogadas de ataque, mas devem ter sua retaguarda muito bem resguardada para não receberem tantas bolas nas costas.

Não sou muito afeito em falar de detalhes individuais e de que erros em posicionamento de determinados jogadores quando o equívoco não é recorrente, ou seja, que já tenha acontecido outras vezes, em outros jogos. Para não confundir uma desatenção ou uma dificuldade ocasionada pelo jogo em si, de deficiência que deveria ser treinada, quero analisar com mais calma a dificuldade de marcação apresentada por Carlinhos já no jogo do Corinthians e neste em especial, para poder falar com mais propriedade.

Com apenas um jogador no ataque, o Vitória criou espaço às costas dos laterais do Fluminense para jogar e onde criou seus lances de maior perigo, no segundo tempo do jogo. O próprio treinador, Ricardo Silva, se encarregou de acabar com esta jogada quando colocou outro jogador de área, e este ocupou aquele espaço que era utilizado em profundidade principalmente por seus laterais. Melhor para o Muricy, que imediatamente promoveu a entrada de mais um zagueiro e equilibrou o jogo.

Vencer ao final da partida não significa ter sorte e sim acreditar até o fim que é possível, e é desta forma que observei o Fluminense em campo, consciente que o jogo só acaba quando o árbitro apita.

Um abraço!

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